{"files":[{"ato":{"id":30500,"numero":"295","dataCadastro":"2024-06-05T11:11:39.847823","dataAto":"1940-09-02T00:00:00","dataPublicacao":"1940-09-03T00:00:00","disponivel":true,"palavrasChave":"","ementa":"Interpreta linhas Divisórias inter-municipais e inter-distritais.","isAtivo":true,"idTipoAto":3,"idIniciativa":1,"dataRepublicacao":"0001-01-01T00:00:00","mensagemGovernamental":null,"numeroOrigem":null,"assinatura":null,"idTipoOrigem":null,"inteiro":295,"idSituacao":null,"idParecer":null,"tipoAto":{"id":3,"descricao":"Lei Ordinária"},"tipoOrigem":{"id":0,"descricao":null},"situacao":{"id":0,"descricao":null},"iniciativa":{"id":1,"descricao":"Poder Executivo"},"parecer":null},"caminhoPDF":"LEI-295-1940 (1).pdf","consolidado":false,"idAto":30500}],"content":[{"idAto":"30500","conteudo":"DIARIOSOFICIAL |\nDO ESTADO DE SERGIPE |\nANO XXII — 51.º da República — N. 7.965— Aracajú, Terça-feira, 3 de Setembro de 1940\nEXPEDIENTE DA INTERVENTORIA\nê DE 2 ve seTEMBRO DE 1940\nInterpreta linhas oviisórias inter-municipais e inter-distritais\nO Interventor Federal no Estado de Sergipe, na conformidade\ndo disposto no art. 6.º, mn. TV, do Decreto-Lei Federal n. 1.202,\nde 8 de Abril de 1939,\nConsiderando que, por deficiência de informações e de elemen-\ntos cartográficos, várias linhas divisórias inter-municipais e inter-\ndistritais fixadas pelo decreto-lei estadua! n. 150, de*15 de De-\nzembro de 1938, não coincidem com a realidade geográfica ;\nConsiderando que, pelos mesmos motivos, algumas daquelas\ndivisórias infringem os dispositivos do art. 2.º da resolução n. 2,\nde 28 de Março de 1938, do Diretório Central do Conselho Nacional\nde Geografia :\nConsiderando, finalntente, que o art. 2.º do decreto-lei estadual\nn. 150, acima citado, permite sejam baixados “ Atos interpretativos\nde linhas divisárias que vierem a se tornar necessários ”,\nDECRETA :\nArt. 1.º Ficam interpretadas na forma aqui descrita as se-\nguintes linhas divisórias inter-municipais :\nComeça na foz do rio Salgado, no rio Vaza Barris ; daí desce\neste rio até a foz do riacho Salgado.\nComeça no povoado Saco ; daí segue por uma linha passando\nnos pontos seguintes: Lagóa do Jenipapo, Olhos d'Agua, do\nCaiça, Olhos d'Agua, Mau-fim-tenha, Lagõa das Antas, Olhos\nd'Agua do Coité, Lagõa Salgada, Tanque do Apertado de Pedras,\nTanque do Betes, indo terminar no rio Vaza Barris, na foz do\nrio Salgado.\nDóres :\nComeça no rio Janaratuba, na foz do riacho Taquara ; daí\nsobe aquele rio até suas nascentes ; daí segue em linha réta até\num marco no lugar Pedra do Mocó.\nComeca nas nascentes do riacho Sovela, na Lagõa do Man-\ndacarú : daí desce este riacho até a sua confluência com o rio\nGararú : daí desce este rio até a foz do riacho do Meio ; dai\nsobe este riacho até suas nascentes,\nComeça na nascente do riacho do Meio ; daí segue em iinha\nreta até um marco ao sul da Fazenda Varame ; dai segue em\nlinha reta até um marco ao sul da fazenda Braz Luiz ; «aí segue\nem linha reta até um marco ao sul da fazenda Volta Grande ; daí\nsegue em linha reta até um marco ao sul da fazenda Jabsticabal ;\ndaí segue em linha reta até um marco ao sul da fazenda Lagoa\nda Pedra ; daí segne em linha reta até um marco ao sul do lugar\nCaraíbas ; daí segue em linha reta ao Tanque Grande.\nGlória :\nComeça no marco situado no local Pedra do Mocé ; daí segue\nem linha reta até as nascentes do riacho Scvela, na lagôa do Man-\nJacarú\nComeça no marco na margem lo riacho Camboatá, a sudoeste\ndo engeaio Uipó Bronco ; daí de.cc éste riacho até um marco\nsituado em frente à fazenda Bomfim ; daí segue em linha reta\naié a tonfinência dos rios Arauá e Carnciba ; daí sobe êste riu\naté a ponte da estrada de ferro. » |\nComeça na ponte da estrada de ferro sóbre o rio Carnaíba ;\ndaí segue em linha reta até as cabeceiras do riacho das Pedrinhas ;\ndaí desce êste rjacho até um marco ao sul da fazenda Pôa Vista ;\ndaí segue em linha reta até as nascentes do riacho Mutumbo ;\ndaí desce êste riacho até a sua confluência com o riacho 'Taquarí ;\ndaí desce êste riacho até a foz do riacho Garangas ; daí segue\nem linha reta até a foz do riacho das Cobras no rio Piauí.\nComeça na foz do riacho das Cobras, no rio Piauí ; daí descs\nêste rio até a foz do riacho FPatí de Baixo ; daí sobe Este riacho\naté suas nascentees ; daí segue em linha reta até as nascentes do\nriacho da Maria Antônia : daí desce Este riacho até a sma con-\nfluência com o rio Aritiquiba. ,\nComeça na ponte da estrada de ferro sobre o rio Carnaiba ;\ndaí sobe êste rio até um tnarco a sudoeste do engenho Limoeiro.\nMH — Entre os municípios de Buquim e Riachão :\nComeça no marco na margem do rio Carnaiba, a sudoeste do\ndo engerho Limoeiro; daí segue em linha reta a um marco a\nleste da fazenda Caborge ; daí segue em linha reta a um marco\nno lugar Vivaldo ; daí segue em linha reta a um marco na margem\ndo riacho Cipó, a sudoeste da fazenda Cipó Grande; daí segue em\nlinha reta à confluência do riacho da Leonor com o riacho Limeira ;\naí desce êste riacho a sua foz no rio Piauí; daí sobe este rio\naté a foz do riacho da Ateia.\nComeça na foz do riácho da Areia, no rio Piauí ; daí segue\nem linha reta a um marco no alto do Camberimba.\nComeça nas nascentes do rio Carmaíba, na serra da Babá;\ndaí segue em linha reta a lagõa dos Bdis ; daí sob o riacho das\nLages ou Salgado até suas nascentes, na serra dos Cavalos : dai\nsegue em linha reta até as nascentes do rio Itamirim ; daí desce\néste rio até a confluência do riacho do Saco : daí sobe este riacho\naté a sua nascentes na serra da Ilha; daí segue pela cumiada\ndesta serra e da serra da Catramba até o porto culminante cesta\núltima ; daí segue em linha reta até a foz do riacho Curralinho,\nno rio Real. .\nComeça nas nascentes do rio Carnaíba, na serra da Babú ;\ndaí segue em linha reta ao tanque do Toiosinho ; daí segue em\nlinha reta até a foz do riacho Pai Chico ou Zombá, no rio Jabiberi,\nno lugar denominado Barra ; daí sobe o rio Jabiberi até as suas\nnascentes ; daí segue em linha reta ac ponto mais alto da serra\ndos Palmares.\n« Começa no ponto mais alto da serra dos Palmares ; daí segue\nem linha reta ao lugar denominado Saco.\nComeça na foz do riacho Curralinho, mn» rio Real; daí sobe\nêste rio até suas nascentes na lagóa de São Francisco ; daí segue\nem linha reta ao povoado Saco.\nBaia :\nEm vez de limitar-se pelo rio Cansanção desde sua foz no\nrio Vasa Barris até a confluência do riacho dos Negros, limita-se\npelo rio Salgado, desde sua fo? no rio Vasa Barris até aaconfluên-\ncia dos riachos dos Negros e Cassanção.\nO início da divisória, em vez de um marco no lucal Casa do\nPernambuco, passa a ser a nascente do riacho do Meio.\nComeça na ponte da rodovia Muribéca-Aquidabã, sóbre o ro\ne ad daf desce êste rio até a foz do riacho do\natú,\nDigitalizado com CamScanner\neme\na SEE\n“\nComeça no tio Japaratuba-Mirim, na foz do riacho do Patúá ;\n«lat segue em linha veta até um marco a sueste da fazenda Burt ;\ndaf segue em linha reta até um marco a sudeste do engenho Retiro ;\ndai segue em linha reta até a estação de Murta dai segue cm\nVinha reta à confluência do riacho São Jose com o dio Riachão,\nDores : ie!\nComeça no sangradouro da lagós Grande no ponto cm que\nrecebe o riacho que vem da gruta do Pai Mané ; daí sobe Este\nriacho até sua nascente ; daí segue em linha reta até um marco\na norveste do povoado Bóa Vista; daf segue em linha reta até\na foz do riacho da Estiva, no vio Japaratuba ; daí sobe êste rio\naté a foz do rio \"aguara.\nComeça no rio Japaratuba, na foz do rio Taquara ; daí sobe\neste rio até a foz do riacho Marruá : daí sobe este riacho até\nsuas nascentes ; daí segue em linha teta até as nascentes do\nriacho Olhos D'Agua, dal desce éste, rincho até sua foz no rio\nTaparatuba-Mirim ; dai desce éste rio até a ponte da rodovia\nAquidabã-Muribéca. no\nComeça na confluência do esteiro Sirirí Morto com o rio\nSirirl ; daí segue em linha reta ao açude da fazenda Bolandeira ;\ndaí segue em linha reta a um marco na margem do rio Riachão,\nna fazenda Alagoinhas ; daí sobe aquele rio até a foz do riacho\nSão José.\nComeça na foz do esteiro Siriri Morto no rio Japaratuba :\ndai segue por aquele esteiro até sua confltiência com o rio Sirirí.\nComeça na embocadura do riacho Brejinho, na lagôa do Co-\ntinguiba ; daí segue em linha reta a um marco a nordeste do\nlugar Cruz do Sltio . daí segue em linha reta a um marco a su-\ndeste do povoado Espinheiro, daí segue em linha reta a um\nmarco no riacho Bebedouro (nome do alto curso do rio Poxim),\nno ponto em que êle é cortado pela estrada de Camará a Espi-\nmheiro.\n. Começa no marco na estrada de Aquidabã a Propriá no lugar\nQuixabeira do Marco ; daí segue em linha reta 205 Olhos D'Agua\ndo Itapicurú ; daí segue em linha reta a um marco no Alto dos\nMonjolos ; daí segue em linha reta aos Olhos D'Agua do Imbira.\n| 27 — Entre os municípios de Cedro e Murihéca :\nComeça num marco no riacho Bebedonro (nome do rio Poxim\nem seu alto curso) no ponto em que éle é cortado pela estrada de\nCamará a Espinheiro ; daí sobe aquele riacho até sua nascente ;\ndaí segue em linha reta a um marco à Jéste do povoado Malhada\ndos Bois ; daí segue em linha reta a um marco a nordeste da\nfazenda Marizeiro ; daí segue em linha reta à um marco à nor-\ndeste da fazenda Coité ; daí segue em linha reta aos Olhos D'Agua\ndo Imbira.\n| Começa no rio Real na barra do riacho Riachão : daí sobe\neste riacho até sua nascente ; daí segu: em linha reta até a nas-\nconte do riacho Paiaiá : daí segue em linha reta à confluência do\nriacho Zumbi ou Adique com o rio Itantirim ; daí desce por este\nno até a foz do riacho Jacaré; daí segue em linha reta a um\narco a sudeste do engenho Cipozinho.\n.\nComeça no marco à sudeste do engenho Cipozinho ; daí segue\ninha reta a um marco colocado ao norte da vila de Umbáába ;\ndaí segue em linha reta até um marco na margem do rio Gtiara-\nTema, defronte da fazenda Mangabeira.\n- - Começa na foz do rio Caípe no rio Sergipe ; daí segue «m\nlinha reta até à confluência dos riaches Grande e Mata Verde.\ndaí Segue em linha reta até a bifurcação das nascentes do riacho\nAngelim ; daí desce êste riacho até sua (oz no riacho Unha do\nGato ; daí sobe éste riacho até a foz Jo riacho Dendezeiro ; dal\nsobe éste riacho até sua nascente; dat segu” em linha reta até\nas nascentes do rio Maniçoba ; daí desce este rio até sua ()4 no\nrio Siriri.\nem |\nDóres : E\n.\nComeça nas nascentes do rio Morvigo ; daí desçe este rio\n.até sua foz no rio Sergipe; daí sobe êste rio até à foz do rio\nà Caípe. “es À diedecd ,\nBaia : À pod . E ,\nComeça na fuz do rto Piauí pp rio Real; daí sobe éste riy\naté a fuz do rio Itamirim,\nistado de\napenas = Tome ORE\nCumeça na foz do rio Indiaroba no rio Piauí;\nHo até sua confluência com 6 rio Real.\nComeça na foz do rio Real no Oceano Atlântico ; daí Soho\naquele rio até a foz do rio Piauí. .\nDeixaram de ser limítrofes.\nComeça na foz do riacho das Cobras. no rio Piauí ; daí segue\nem linha reta à confluência do riacho Camboatá no riacho Araní ;\ndaí desce este riacho até sua confluência no riacho Riachão: daí des-\nce éste riacho até a ponte da rodavia Salgado-Estância: daí segue\nem linha reta à foz do riacho Estancinha; no rio Piauitinga ; daí sobe\naquele riacho até suas cabeceiras ; daí seguc em linha reta até à\nponte da estrada de ferro sobr: o sio Fundo.\ndaí desce éste\nComeça na' ponte da estrada de terro sóbre o rio Fundo : dal\ndesce este rio até o pórto di loca Torta; daí segue em linha\nreta até U Oceano, passando pcla Santa Cruz dos Abaís que conse\nUtuirá um marco.\nUm dos extremos da elivisória. im es; 4 um marco no !ncal\nPedra do Mocó, passa à ser a: nascentes Je riacho Sovela na\nlagãa do Mandacarú,\nUm dos-“x:remos da confrontação, em vez de um mátce no\nlocal denomina lo Manuel Inácio, passa a ser um snarco ta margem\ndo rio Jacoca, a oéste da fazenda Manuel Inácio.\nComeça no ponto mais alto da serra do Pico ; daí segue em\nlinha reta ao ponto mais alto da serra do Cágado ; daí segue em\nlinha reta ao entroncamento do ramal de Ribeirópolis com a ro-\ndovia Itabaiana-São Paulo.\n, Começa nó marco ra margem do rio Jacóca, a oéste da fazenda\nManel Inávio : daí desce aquele rio até a foz do riacho das\nPias ; daí sobe êste riacho até sua nascente ; da! segue em linha\nreta até as nascentes do rio Morcêgo. -\nComeça na nascente do rio Morcego ; daí segue em linha\nreta ao ponto mais alto da serra do Capunga.\nComeça no ponto mais alto da serra do Cajuciro ; daí segue\nem linha reta a um marco a sudoeste do povdado Ribeira ; da\nSegue em linha reta até a confluência do rio das Traíras no ro\ndas Pedras ; daí sobe aquele rio até suas nascentes ; dai segu\nem linha reta ao ponto mais alto da serra do Pico.\n“ 44 — Entre os municípios de Itaporanga e Salgado :\nComeça na ponte da estrada de ferro sóbre o rio Fundo : da\nsobe êste rio até a foz do riacho Quebradas Grandes ; daí sobe\nste riacho até a ponte. da rodovia Itaporanga-Salgado. -\nv 45 — Entre os municípios de Itaporanga e Lagarto :\nComeça na ponte da rodovia Itaporanga-Salgado sôbre o ria\ncho Quebradas Grandes ; qaí segue em linha reta até as, cade\nceiras do rio Quirino ; dai desce éste rio até a sua coniluência com\no rio Vasa Barris.\nDeixaram de ser limítrofes. ue dy =\nComeça no rio Vasa Barris, na foz do rio Quirino ; dai sezur\nem linha reta ao ponto mais alto da serra do Cajueiro.\nComeça no ponto mais alto da serra do Cajueiro ; dai segue\nem linha reta às nascentes do rio Poxim-Mitim,\nComeça nas nascentes do vio Poxim-Mirim : dai segue em\nlinha reta até as nascentes do riacho Roma ; daf desce este riacho\naté sua confluência com o riacho Pé de Serra ; daí desce êste\nriacho até sua confluência com o rio Vasa Barnís ; dat desce este\ntio até sua foz no Oceano,\nso — Entre os municípios de Jaboatão e São Francisco :\nComeça no marco na margem do riacho Poções, no lugar\ndenominado Passagem do Urubi ; daí segue em linha reta até\ntm marco ao sul da fazenda Cruz do Negro ; dat segue em linha\nFeta até um marco ay sul da fazenda Cruz do Pão da Lim ga;\ndai segue em linha reta até um marco à nordeste do povoado Ca-\ntapitanga ; daí segue em linha reta até um marco na margem\ndo rio da Ponte entre as ilhas do Funil e do Cajueiro ; daí desce\nesto rio nté o esteiro dy Arrombado ; dai segue por éste esteiro\naté o esteiro Lamarão ;” dai segue por este até sua embocadura\nno canal do Poça ; daí segue por êste até q Oceano,\nDigitalizado com CamScanner\nTerça-feira, 3 DIÁRIO OFICIAL\no“\n+,\nSetembro le 1940 3\nE———— Tee e teen OT\nDesde a foz do riacho Santa Trabel até À embocadura do caral\ndo Poça.\nComeça no marco na margem do riacho Bebedouro (alto enrso\ndo no PoximD. no ponto em que ele é cortado pela estrada de\nGanará à Espinheiro ; dai desce este riacho e o rio Poxim até\na foz do mo do Brito ; daí segue em linha reta até a foz do riacho\n<anta Izabel, no Oceano Atlântico.\nComeça na foz do esteiro Siriri Morto, no rio Japaratnba ;\ndaí sobe este tio até a foz do rio Riachão ; daí sobe éste rio até\na for do macho Diogo ; daí sobe este riacho até <uas nascentes ;\ndai segue em Inha reta até um marco à oéste do engenho Cambut ;\ndaí segue em linha reta a um marco ao norte do sítio Maria Teles ;\ndaí stgue em linha reta até a confluência do riacho São José com\no rio Riachão\nLimitam-se pelo rio Japaratuba, desde a embocadura do canal\ndo Pomonga até a embocadura do esteiro Sirirt-Morto.\nss — Entre o município de laparatuba e o Oceano Atlântico :\nUm dos extremos da confrontação, em vez de um marco de-\níronte da barreta de Santa Izabel, passa a ser a barra do riacho\nSanta Izabel,\nsy — Entre os municípios de Lagarto e Anápolis :\nComeça no rio Piauí, num marco na Passagem da Raiz; daf\n«cgue em linha reta 4 um marco a noroeste da fazenda Velha da\nSene (ou Sume) ; daí segue em linha reta ao ponto mais alto\nda serra da Cavaleira ; dai segue em linha reta até as nascentes\ndo riacho Saco do Capim ; daí desce êste riacho até sua foz no\nria Jacaré ; dat segue em linha reta até a lagóa da Dionísia :\ndaí segue em linha reta até a nascente do riacho Bananeira ; daí\ndesce este riacho até sua foz no riacho Salgado ; daí desce êste\nriacho até sua foz no rio Vasa Barris, no lugar chamado Póço\ndo Lovrenço. . .\n£7 — Entre os municípios de Lagarto e Campo do Brito :\nUm dos extremos da confrontação, em vez de confluência do\nria Jacoca no rio Vaga Barris, passa a ser a foz do riacho Saigado,\nno mesmo no.\nComeça no ponto mais alto da serra do Cajueiro ; daí segue\nem linha reta a um marco no extremo norte da serra comprida ;\ndaí segue em linha reta a um marco no extremo sul da serra de\nItabaiana. -\nComeça no marco do-rio Tiririca, no ponto em que ele é cor-\ntado pela estrada de Maruim à uzina Lombada ; daí desce por\naquele rio até sua foz no rio Ganhamoroba ; daí desce este mo\nate sua foz no no Sergipe.\nComeça na foz do riacho Brejinho, no rio Siriri ; daí segue\nem linha reta até um marco a oéste da uzina Mato Grosso ; dhí\nsegue em linha reta até um marco a noroeste do povoado Triunfo ;\n“daí segue em linha reta até as nascentes do riacho São Joaquim ;\ndaí desce éste riacho até sua foz ne rio Sergipe.\nComeça na ponte da rodovia Muribéca-Aquidaba. sóxr o cio\nJafiagatuba-Mirim ; daí segue em linha reta à margem cui da\nlagõa do Congo ; daí segue em linha veta aos Olhos D'Agua do\nImbira.\nComeça no riacho Bebedonro, (nome do rio Poxirm em sen\nalto eurso) no ponto em que e'> é cortado pela estrada dº Camará\na Espinheiro ; daí segue em lenha reta até as nascentes do riacho\ndo Patú ; daí desce riacho até sus foz n9 rio Japaratuba Mirim,\nComeça no marco na Jagõa da Cotinguiba, em irente à fazenda\nCesário Dória ; daí segue pelo talvegue daquela lugõa até a em-\nbocadura do rio Mussulpe ; daí segue por éste rio até a lagóa do\nSordeiro ou da Pindoba ; daí segue pelo talvegue desta lazôa e\npelo seu desaguadourc até o rio Pindoba ; daí segue por éste até\nsua foz no rio São Francisco,\nComeça no marco na margem do riacho Poções, no lugar de-\nnominado Passagem do Fogão ; daí segue em linha reta a tum\nmarco na margem do rio Betume, ao rorte do povoado Ponto\nd'Areia ; daí desce éste rio até a um marco ao norte do lugar\nPorto do Urubá ; daí segue em lunlu seta à um marco na margem\nsul da lagõs Agua Vermelba; daí cegue em linha reta até q\nconfluência do riacho Mata dus Varas com o rádio Vargem Gran-\nde ; dal sobe éste riacho até à coníluencta dos riachos Cadós e\nMondéu da Onça ; dal segue por este riacho até a sua nascente |\ndaí segue em linha reta até à nascente alo riacho Roncaria | dai\ndesce éste riacho até a confluência do riacho > sa Senhora ; daí\nsegue pelo talvegue da lagõa da Cotinguiba «e o marea em frente\na fazenda de Cesário Dória\nComeça na foz do riacho Aterro, no ro São Francisco ; daí\nsepue por aquele riacho até o ponto en + ele toma o nome de\nPau Grande ; daf <egue por este riacho. passando a léste 4a ilha\ndo Meio até o ponto em que toma o none de Pocões , dar «be êste\nriacho até o marco colocado no lugor Ionominado Passagem do\nTogão,\nEstado da Baia : t\nComeça nas nascentes do rio Sergipe. muria lagõa a oéste da\nfazenda Lagõa das Areas; daí segue em linha reta a um marco\na oéste da fazenda Ponta da Serra à margera direita do rio Ca-\nchorro.\nda Fólha :\nComeça no marco na margem do ria Caclorro, a oéste da\nfazenda Ponta da Serra ; daí desce aquele rio até a foz do riacho\nde Baixo ; daí sobe êste riacho kté sua nascente ; daí segue em\nlinha reta a um marco na mareem do riacho Lageiro, a nordeste\nda Lagõa do Capim ; daí deseo aquele riacho até sua foz no rio\nCapivara ; daí desce este rio alí um marco a nordeste da Fazenda\nSanto Antônio.\nBala :\nComeça num marco na margem do riacho do Cachorro, à\noéste da fazenda Porta du Serra ; daí segue contornando as faces\nléste e nordeste da Serra Negra até a fazenda Parra do Felix :\ndaí segue em linha reta até um marco no extremo sudeste da serra\ndo Saco do Arara ; daí segue em linha reta a um marco na mar-\ngem do“riacho dus Pedras, em frente à fazenda Barra ; dai desce\neste rio até a fazendas Pedra de Amolar ; daí segue em linha\nreta ao pico de Tará ; daí segue em linha reta até a nascente\ndo rio Xingó ; daí desce este rio até sua foz no rio São Francisco\nComeça no marco na lagoa da Cotinguita, em frente da fa-\nzenda de Cesário Dória ; daí segue pelo talvegue daquela lagõa *\naté a embocadura do riacho Brejinho.\nComeça 1ta embocadura do riacho Brejinho, na lagõa da Co-\ntinguiba ; daí sobe aquele riacho até suas nascentes ; daí segne\nem linha reta até um marco a sudoeste da fazenda Curral Falso ;-\ndaí segue em linha reta a um marco na margem da lagõa do Cedro,\nno lugar Terra Firme ; daí segue em linha reta até a lagõa da\nAntonica ; dai segue em linha reta até um marco na estrada real\nd: Aquidabã a Propriá, no local Quixabeira do Marco.\nComeça no Tanque Grande ; daí segue em linha reta até um\nmarco na margem do rio São Francisco, a nordeste da fazenda\nViuva. N Ê\nComeça na confluência do esteiro Siriri Morto com o rio\nSirirí ; daí sobe êste rio até a foz do riacho Mucambo ; dai sobe\neste riacho até a foz do riacho do Tanque ; daí sobe este riacho\naté suas nascentes no tanque da fazenda Campinho ; daí segue em\nlinha reta ao ponto mais alto do oiteiro das Caraíbas ; dai segue\nem lina reta às nascentes sêcas do riacho Tiririca; daí desce\néste riacho até um marco no ponto em que éle é cortado pela es-\ntrada de Maruim para a uzina Lomwltada.\nComeça no marco na margem do rio Tiririca, no ponto em\nque éle é cortado pela estrada de Maruim para a uzina Lombada ;\ndaí segue em linha veta até um marco a léste da uzina Vassoura ;\ndaí segue em linha reta até um marco na margem do rio Sirirí, a\nnoroeste da fazenda Canôa Velha ; dai sobe aquele rio até a foz\ndo riacho Brejinho.\nComeça na foz do rio Maniçoba, no rio Siriri ; dar segue em\nlinha reta a um marco a sudeste do povoado Siririzinho ; dat segue\nem linha reta até um marco a noroeste do povoado Rendeira.\nComeça no marco a noroeste do povoado Rendeira ; dai segue\nem linha reta à margem norte do açude do engenho Cumbe ; daí\nsegue em linha veta a um marco na margem do rio Riachão, à\nnoroeste da uzina Vargem Grande ; dai desce aquele rio até à toz\ndo riacho São José. “o.\nda Glória :\nComeça mum março na margem do rio Sergipe, 20 sul “da\nfazenda Umbuzeiro ; daí desce aquele rio até um marco na ponto\nem que éle é cortado pela estrada real de Ribeirópalis a Nossa\nSenhora da Glória,\ne\nDigitalizado com CamScanner\nA a a e mi\n\"\nAs Terca-feira, 3 DIÁRIO OFICIAL\nSetembro de 1940\nmem UR\ndas Dores :\nometa num marco na margem do mo Serciço\nque ele é cortado pela estrada real de Ribeirópolis à Nossa Se\nuhora da Glória ; dai «eguc em linha reta a um marco à Jéste da\nfazenda Aleodão ; caí seque em linha reta a um marco a Jéste da\nfazenda Mocó ; em linha rea a um marco à décte da\nfazenda Baixa Grand: em linha reta a mm marco a\nleste da fazerda Caenda : daí sesuve cm linha reta a qm marco a\nleste da fazenda Ino; daí segue em linha ra a um marco à\nléste da fazenda Ladeira Grande : daí segne em linna reta à um\nmarco na margem do rio Jacoca, À vóste da fazenda Manuel Inácio.\nComeça num marco na margem do rio Carnaíta, a sudoeste\ndaí segue por aquel: rio ate suas nascentes nhn Limoeiro ;\nno porto em\ndat «e Ene\ncce dai\nMa ence\nna ccrra da Babú .\nComeça no ponto mais alto da serra dos Palmares ; dai segue\nem linha reta até a nascente do rio Piauí ; daí desce este rio até\num marco na Passazem da Raís.\nso — Entre os municipios de Riachão e Lagêrto:\nComeca no rio Piauí, num marco na passagem da Raís ; daí\ndesce éste rio até a Passagem Larga do Caititú ; daí segue em\ntinha reta à um marco ao sul da capela do lugar Tanque ; daí\nsegue em linha reta « um marco na margem norte do tanque dos\nCatitas : daí <cguc em linha reta ao canto sudeste do cemitério\ndo Curralinho : daí segue em linha reta a um marco ao sul da\nfazenda de Severiano Costa, no Curralinho ; daí segue em linha\na vm marco no lugar Poção de Geraldo Correia : daí segue\nem linho reta 2 um marco na passagem do riacho Areia, na fa-\nzénda laí desce éste riacho até sua foz no rio Piauí.\nE tre os municípios de Riachuelo e Ttabaiaan :\nnum marco situado no extremo sul da serra de Tta-\n» em linha reta ao ponto mais alto da «erra do\nis alto da serra do Capunga : daí segue\nem linha recta até as nascentes do rio Vermelho ; daí desce êste\nComeça no pon\nrio até «ua foz no rio Danecra ; daí desce éste rio até um marco\na sudeste da fazenda Dengra ; daí segue em linha reta até um\nmarco na margem do rio Sergipe, ao norte da fazenda Meireles ;\ndaí desce êste rio até a foz do riacho São Joaquim. - à\nComeça na foz do riacho São Joaquim, no rio Sergipe, daí\nsegue em linha reta até a ponte da rodovia para Riachnelo, sôbre\no rio Cotinguiba ; daí sobe Este rio até a ponte da estrada de\nrodagem Laranjeiras-Itabaiana ; daí segue em linha reta a um\netarco as sul do povoado Areia Branca%; daí segue em linha reta .\na um marco no extremo sul da serra de*Itabaiana.\nComeça no marco situado no alto do Camberimba ; daí segue\nem linha reta até um marco situado a nordeste do lugar Preguiça;\ndaí segue em linha reta à ponte da estrada de rodagem Itaporanga-\nSalgado, sóbre o riacho Quebradas Grandes.\nComeça ma foz do riacho das Cobras, no rio Pianí : daí sobe\néste rio até um marco a sudoeste da fazenda Cobiça : daí segue\nem linha reta à lasôa do riachão ; daí segue em linha reta a um\nmarco a oéste do povoado Macedina ; daí segue em linha reta à\num marco no alto do Camberimba. .\n& — Entre os mumicípios de Santa Luzia e Espírito Santo:\nComeça na foz do rio Indiaroba no rio Real; daí sobe aquele\nrio até a foz do rio Saguí; dai sobe Este rio até à confluência\ndos riachos Sucuruiá e dos Macacos ; daí sobe aquele riacho até\nsuas mascentes 7 daí segue em linha reta a um marco na margem\ndo rio Guararema, defronte da fazenda Mangabeira.\nComeça no marco a sudeste do engenho Cipozinho ; daí segue\nem linha reta a um marco na margem direita do riacho Camboatá,\na sudoeste do engenho Cipó Branco,\n&5 — Entre os municípios de Santa Luzia é Arauá :\nComeça no marco na margem direita do rio Camboatá, a su-\ndoeste do engenho Cipó Branco ; daí segue em linha reta até as\nnascentes do rio Aritiquiba ; daí desce éste rio até a foz do riacho\nda Maria Antônia,\nComeça na foz do rias da Maria Antônia no rio Aritiquiba :\ndaí desce éste rio até um marco a um quilômetro a montante da\nfazenda Mato Grosso ; daí desce em linha reta às nascentes da\nriacho Agua Fria ; caí desce éste riacho até sua foz no rio Piauí ;\ndaí desce éste rio ate a foz do rio Indiaroba,\nípios de São Cristóvão e Laranjeiras.\nq) — Entre os munic\nDeixaram de ce: limítrofes. . .\ntico 2.4.9 r af\nUm dos extremos da divisória, em vez de ser a foz ds hr,\n- ,\nformador da Ilha do Aranthique, passa a ser a foz do Cana] 4\nvc\nnb — Entre os municípios de São Paulo e Ribeirópotis -\nComeça no marco na margem do rio Sergipe, ao sul da fazens\nUmbuzeiro ; daí em linha reta 2 um marco a leste dy\nzera Fortuna ; daí segue em linha reta a um marco à cóce a\nfazenda Fazendinha : daí segue em linha reta até um mare,\nlécte da fazenda Bate Ouerer ; daí segue em linha reta -\nmarco a oéste da fazenda Atalaia ; daí segue em linha rea a\num marco a Jéste da fazenda José Emidio ; daí segue em lira\nreta ao entroncamemto do ramal de Ribeirópoiis na rodovia “ta\ntaiana-São Paulo.\nUm dos extremos da confrontacão, em vez de ser o us\nalto da serra do Sobrado, passa a ser o ponto mhis alto da ses,\ndo Pico.\nComeça na confluência do riacho dos Negros com 9 rio Cam.\nsanção ; daí sobe este riacho até suas nascentes; daí segue em nba\nreta até as nascentes do rio Sergipe, numa lagõs à oeste da fa.\nzenda Lagõa das Areias.\nGlória:\nComeça na nascente do rio Sergipe, em uma lagõa a neste éq\nfazenda Lagõa das Areias; daí desce aquele ri» até mm marco 49\nsul da fazenda Umbuzeiro. .\nComeça na foz do rio Caípe, no rio Sergipe; daí cobe anvete\nrio até suas nescentes; daí segue em linha reta até um marco do\npovoado Porteiras daí segue em linha reta até um marco a cese\ndo povoado Taperoá daí segue em linha reta até um marco a cm\ndeste do povoado Floresta; daí segue em linha reta até o sangra-\ndouro da Lagóa Grande, no ponto em que ele recebe o riacho qme\nvem da gruta do Pai Mané.\nComeça no sangradouro da Lagõa Grande, no ponto em que\nele recebe o riacho que vem da gruta do Pai Mané; daí desce aque!=\nsangradouro até o ponto em que ele é interceptado pela reta unindo\nas nascentes do riacho Jenipapinho aos Olhos d'Agua co Sirm:;\ndaí segundo esta linha segue até as nascentes do riacho Jenipap:-\nnho; daí desce este riacho até a sua foz no rio Cancelo; daí dasce\neste rio até a foz do riacho Retiro: daí segue em linha reta à cm\nmarco a noroeste do povoado Rendeira.\nArt. 2. Ficam interpretadas na forma aqui descrita as seguintes\nlinhas divisórias inter-distritais :\n) Começa na foz do rio Jacarezinho, no rio Real: daí cobe aque!»\nrio até suas nescantes ; daí segue em linha reta até as nascentes do\nrio Jabiberi.\nComeça na foz do riacho Mucambo, no rio Rea! ; daí sobe aquele\nriacho até suas nascentes; daí segue em linha reta, na direção de\nleste, até encontrar a reta ligando o ponto mais alto da serra dos\nPalmares ao povoado Saco. .\nLimitam-se pelo rio Itamirim, desde um marco no lagar Pas-\nsagem das Pedras até a foz do riacho Jacaré.\n- — Limitam-se pelo rio Sergipe desde um marco ao norte da fa-\nzenda Meireles até a foz do rio Morcego. asd\nComeça no marco situado na margem da lagõa da Coronha;\nseprue\nto mz\n“daí segue em linha reta até um marco na margem do rio Garamá\na noroeste da fazenda Poço da Volta; dai sobe este rio até a foz\ndo riacho do Meio.\nLimitam-se pelo rio Itamirim desde da foz do riacho Zumhi\nou Adique até a foz do riacho do Saco.\nComeça no rio Betume na foz do rio Santo Antônio; daí sobe\néste rio até a confluência do riacho Anhumas ou Estima do Raposo;\ndaí sobe êste riacho até suas nascentes; daí segue em linha reta\naté a foz do rio Brito no rio Poxim ou Betume.\nComeça num marco na margem do rio Cachorro, a oeste da\nfazenda Ponta da Serra; daí segue em linha reta até um marco na\nmargem do rio Jacaré, a leste da fazenda Pia Nova; daí desce êste\nrio até sua foz mo rig São Francisco.\nea\n+\nDigitalizado com CamScanner\nTerça-feira, 8\nDIÁRIO OFICIAL Setembro de 1\nSR E RD e a\n— a —— — e mm mm et\nComeça mum marco na margem do rio Danpgra a noroeste da\nfazenda Dangra; daí desce éste rio até sua foz no rio Jacarecica:\ndaí sobe este rio até o ponto em que ele é cortado pela reia unindo\no marco do extremo sul da serra de Itabaiana ao ponto mais alto\nda serra do Cancão.\nArt. 3º. O Govérno do Estado providenciará a republicação\ndo anexo múmero dois do decreto-lei estadual n. 150, de 15 de de-\nzembro de 1938, incluindo néle as modificações motivadas por êste\ndecreto.\nArt. 4º. Este decreto entrará em vigor na data de sua publi-\nqeção, revogadas as disposições em contrário,\nPalácio do Govêrno do Estado de Sergipe, Aracajú, 2 de Se-\ntembro de 1940, 57º da República.\nEnoniDEs Ferreira DE CARVALHO.\nJeferson Silva de Oliveira.\ne = e\nDECRETO N. 46\nDE 2 DE SETEMBRO DE 1940\nModifica\na discriminação\ndo Orçamento\nvigente\nO Interventor Federal no Estado de Sergipe, usando da auto-\nrização concedida pelo 8 2º do art. 27, do Decreto-lei federal nm.\n1.202, de & de Abril de 1939,\nDECRETA !\nArt. 10. Ficam transferidas das sub-consignações Fomento a\nCultura do Fumo e Fomento à Cultura do Arroz, da verba 3.04-\ncoenta contos de réis (50:000S000) e setenta e um contos de réis\n(71:0008$000), no total de cento e vinte e um contos de réis ....\n(121 :0008000), para a verba 5.06-8874 do mesmo Orçamento,\nArt, 2º. Este Decreto entrará em vigór na data de sua pubh-\ncação, revogadas as disposições em contrário,\nPalácio do Govérno do Estado de Sergipe, Aracajú. 2 de\ntembro de 1940, 51º da República.\nEroxines Ferneipa pp CARVALHO,\nEpifanio da Fonsêca Dória.\nJC-\nDigitalizado com CamScanner\n","textoFormatado":"","disp":true,"consolidado":false}],"temas":[],"orgaos":[]}